quarta-feira, 6 de maio de 2026

Exposição Coletiva Virtual Internacional "A Essência da Existência"


Começou nesta segunda (3 de maio), a exposição coletiva virtual internacional "A Essência da Existência" da Galeria Áries, sediados na Venezuela, evento comemorativo ao 4º aniversário deles. Este evento conta com a participação de 125 artistas de 34 países diversos com obras de diferentes técnicas e estilos. Além destes, ainda contam com a participação de 34 artistas infanto-juvenil. Eu já havia feito parte de uma exposição organizada por eles nos mesmos moldes logo no seu primeiro ano de existência, em outubro de 2022. 

Uma característica marcante da Galeria Áries é tematizar o evento com conteúdo mais denso e reflexivo, sempre colocando textos muito bons argumentando a escolha do título e tema. A exposição teve sua inauguração no dia 3 de maio e fica disponível para visitação pública nos perfis da galeria nas redes sociais, como Instagram e Facebook. Nesta exposição, estou participando com a obra "Contenho Multidões", um acrílico sobre tela que trata da questão de como somos o resultado da influência de diversas fontes.


Os artistas participantes são da Índia, Vietnã, Tailândia, Síria, Iêmen, Arábia Saudita, Nigéria, Tunísia, Ilhas Maurício, Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Polônia, Croácia, Sérvia, Geórgia, Romênia, Albânia, Estados Unidos, Panamá, Nicarágua, República Dominicana, Porto Rico, Guatemala, Cuba, Equador, Venezuela, Bolívia, Chile, Paraguai, Colômbia, Argentina e Brasil (neste caso, eu mesmo).


A seguir, o texto traduzido divulgado pela galeria para o evento:


"A Essência da Existência" - O núcleo do que somos.

Vivemos em um mundo saturado de ruído, de imagens efêmeras e de uma pressa constante que nos priva de nossa própria paz. Mas, o que fica quando esse ruído cessa? O que permanece quando privamos a realidade de suas máscaras superficiais? "A Essência da Existência" não é somente uma exposição; é uma pausa necessária. É um chamado para explorar aquilo que é irredutível: a fagulha que nos faz humanos, o peso da memória no corpo e nossa conexão silenciosa com o cosmos.

E a essência é algo que nasce conosco ou algo que construímos com cada perda? Como se vê o vazio quando está cheio de significado? Que rastro deixa nossa existência no tecido do eterno? Porque existir é um feito, mas encontrar a essência é um arte.

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