Óleo sobre colagem em tela - 40 x 50 cm - 2001/2
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Apesar deste não ser exatamente um quadro cubista, é um dos meus preferidos. Primeiro porque a ideia dele é uma das mais antigas que tive. Desde a época da escola, quando eu ainda estudava no primeiro grau, esta imagem já existia na minha cabeça. Em 1992 fiz este desenho na escola e uma professora acabou ficando com o trabalho na época, então em 1998 decidi refazer para não me esquecer da ideia, até que em 2001 a pintura finalmente saiu... e saiu do jeito que eu estava imaginando. Quando a gente começa a se aventurar na pintura, o fato de pintar algo que termine do mesmo jeito que você imaginou (ou melhor do que foi imaginado) não é uma coisa fácil de acontecer e é muito boa a sensação. Bate um êxtase que não dá pra explicar direito. Vou ter que citar
Picasso novamente por aqui (e especialmente nesta publicação, não tem como evitá-lo!), mas o grande mestre estava coberto de razão quando dizia:
"Eu não pinto as coisas como as vejo, mas sim como as penso".